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quarta-feira, 6 de novembro de 2013
Notícias: Agência Ecclesia - Papa Francisco faz doação a obra social na Bahia -
No centro Nova Semente “moram 30 crianças e adolescentes, filhos de homens e mulheres que se encontram presos” e esta ajuda financeira do Vaticano “vai possibilitar a ampliação do espaço” com a construção de uma casa “para crianças dos zero aos três anos e de um salão polivalente”.
terça-feira, 5 de novembro de 2013
... Soltas ...
“O fato de que na história de Deus apareça em primeiro lugar a lei e a seguir o Evangelho, talvez indique que também hoje, ainda e sempre, de novo, há estádios da proclamação que são irreversíveis. Não se pode pregar a graça a um homem cuja consciência emudeceu e que não conhece os valores morais mais corriqueiros. Para que ela possa intervir, ele deve saber primeiro que é um pecador. A primeira conversão é e continua sendo a conversão para a ‘lei’. Porque, sempre de novo, estamos no começo, tornamos uma e outra vez a ter necessidade dela. A seguir é verdade que há o momento no qual se deve dar uma segunda conversão, como a encontramos de São Paulo até Newman na história dos santos”.
Fonte: Bento XVI. Dogma e Anúncio. São Paulo: Loyola, 2008, p. 101
domingo, 3 de novembro de 2013
Noticias: Angelus
Sobe tu também para a árvora do perdão - convidou o Papa no Angelus deste domingo ao evocar a figura de Zaqueu, o publicano
A morte não é o fim...
A morte não é o fim, somos acolhidos na transfiguração da
realidade imanente para a transcendente.O pessoa tem subjacente a si o corpo e a alma que anima a vida. Com a morte saímos da “barriga” deste mundo, “nascemos” para realidade celestial, não deixando de sermos nós. A dimensão é espiritual, como tão bem nos mostra o capítulo 15 da Primeira Carta de Paulo aos Coríntios.
A primeira é o choque, o choro, o desespero do acontecimento; a segunda está no tomar a consciência, no luto, na percepção de que aquela presença física já não faz parte dos nossos dias; a terceira é quando encontramos uma nova relação com quem já partiu, um exercício pessoal e que só cada um o fará por si.
sábado, 2 de novembro de 2013
Excerto de carta "Recentiores episcoporum synodi" (1979)
"A Igreja, aderindo fielmente ao Novo Testamento e à Tradição, acredita na felicidade dos justos, os quais estarão, um dia, com Cristo. Acredita também que uma pena espera sempre o pecador, o qual será privado da visão de Deus. Acredita ainda numa eventual purificação dos eleitos, que é preliminar à visão de Deus e é, portanto completamente diferente da pena dos condenados. É isto que a Igreja entende, quando fala do inferno e do purgatório.
No que diz respeito às condições do homem depois da morte, devemos precaver-nos de perigosas representações fantasiosas e arbitrárias; os seus excessos provocam, em grande parte, as dificuldades que neste ponto encontra a fé cristã. No entanto, as imagens utilizadas pela Sagrada Escritura merecem respeito. É necessário perceber o seu sentido profundo, evitando o perigo de as atenuar excessivamente, o que equivale a esvaziar do seu conteúdo as realidades que as mesmas designam.
Nem as Sagradas Escrituras, nem a Teologia nos oferecem indicações suficientes para uma representação do Além. No entanto, o cristão deve ter como seguros dois princípios essenciais: por um lado, deve acreditar na continuidade fundamental que existe, pela virtude do Espírito Santo, entre a vida presente em Cristo e a vida futura (de facto, a caridade é lei do Reino de Deus, e é precisamente aqui, na terra, que será a medida da nossa participação na glória do céu).

Mas, por outro lado, o cristão deve discernir a ruptura radical, entre o presente e o futuro, na base de que, depois do regime de fé, vai suceder-se o da plena luz: nós estaremos com Cristo e veremos a Deus (1 Jo 3,2), promessa e mistério inauditos, no qual consiste essencialmente a nossa esperança. E se a nossa imaginação não pode chegar lá, o nosso coração chega, e em profundidade..."
Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé, carta Recentiores episcoporum synodi, N. 7
(1979)
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
Reportagem: Jesus de Nazaré (La Grand Storia) (RAI 3)
Devemos enquadrar a Igreja Católica em Jesus, o Cristianismo não é uma ideia ética, nem um pensamento abstrato, é um encontro com uma pessoa, como é bem expresso na na Encíclica Deus Caritas Est.
É através do seu perfil humano que temos acesso à sua divindade, ao ficarmos nas decorrências, ficamos a olhar para o "dedo" que aponta em vez de olharmos para a "Lua". A Bíblia está inserida na vida e em tudo o que ela tem.
Ao tentarmos investigar como se escreveu é que podemos criticar, os apóstolos não foram gravadores. Os Evangelhos contém em si uma teologia própria, inserida numa comunidade, num tempo concreto e numa tradição existente.
Dia de Todos os Santos: breve análise da importância do ícone
Muitos membros
da Igreja vêm na actual crise ligada ao panorama de arte sacra actual como uma
crise generalizada da arte. Eu não vejo as coisas desta forma, na realidade a
Igreja deve estar aberta a outras formas e tendências de arte. Sendo ela forma
de comunicação, terá de ser bem, observada com atenção e dedicação, já que a
comunicação é missão da Igreja. Desta forma a arte é expressão criativa dada ao
mundo, isto leva a que se tenha de ter uma abertura de espírito ao fenómeno
artístico actual, procurando realizações de qualidade.
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| Papa Gregorio III último Papa não Europeu antes do atual Papa Francisco |
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| Calendario dos Santos |





