Olhemos para a compaixão, não como retórica dominical, mas enquanto dinamismo ativo e solidário. Sejamos agentes comprometidos com arealização plena da dignidade para todos (sem olhar para sexo, religião, etc.). Porque só na compaixão nos abrimos para a solidariedade fraterna, tornando-nos “um com os outros”, e não "eu e os outros".
Deixemo-nos de soberbas desmedidas, da busca de um sucesso meramente pessoal. Meus amigos não são os outros que constroem a nossa história, mas sim nós. Quem nos mostra que as alternativas não existem, mente... sempre, sempre há alternativas novas, formas renovadas de olhar o mundo.
Não deixemos o que é da nossa responsabilidade "nas mãos de Deus", mas sejamos, isso sim, as "mãos" Dele.
Pax.
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